CBV adere ao teste genético para mulheres trans no vôlei

A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) anunciou nesta sexta-feira que aderiu à política do Comitê Olímpico Internacional (COI) sobre a elegibilidade de atletas na categoria feminina. A partir desta noite, as jogadoras precisarão passar por um teste genético negativo para o gene SRY.

A medida impacta diretamente a oposta transgênera Tifanny Abreu, que veste a camisa do Osasco desde 2021 e conquistou títulos importantes com o clube. O time paulista ainda não definiu como abordará essa nova política.

Teste genético e atletas trans

A exigência prevê que as jogadoras se submetam a uma verificação do gene SRY, mas há exceções para casos de distúrbios do desenvolvimento sexual. O teste é feito de forma não intrusiva.

Inovação no vôlei

No ano passado, CBV já implementou regulamento específico sobre a participação de atletas transgêneros em competições nacionais. Em setembro de 2025, a Federação Internacional de Voleibol (FIVB) tornou essa verificação obrigatória.

Perguntas Frequentes

Quem é Tifanny Abreu e como ela foi afetada?

Tifanny Abreu, oposta transgênera do Osasco, construiu uma trajetória de sucesso no vôlei brasileiro. Com a nova política, sua continuidade na equipe passará pela realização de um teste genético.

A CBV justifica essa decisão?

A entidade adotou medidas com apoio do COI para garantir competitividade no esporte feminino e preservar a integridade das competições nacionais.