Gabi Guimarães defende Tifanny após CBV banir mulheres trans
No último fim de semana, a capitã da seleção brasileira feminina de vôlei, Gabi Guimarães, expressou publicamente sua apoio à oposta Tifanny, que é a primeira mulher trans a atuar na elite do esporte. Após a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) anunciar novas regras para a elegibilidade de jogadoras em competições nacionais, a atleta foi impactada diretamente.
Em publicação nas redes sociais, Gabi destacou a importância de olhar para além das discussões sobre regras e entender o ser humano por trás delas. Ela também se posicionou contra a forma como o caso da Tifanny tem sido tratado no país.
Nova regra do vôlei nacional
A CBV adotou, a partir de 2026, as políticas internacionais para elegibilidade, que incluem teste genético para atletas femininas. A decisão afeta muitos atletas, como Tifanny Abreu, que possui 41 anos e pode ser a última disputando uma temporada no esporte.
Reação de Tifanny
A oposta, após perder um importante confronto, se pronunciou pela primeira vez sobre a alteração nas regras. “O vôleibol é minha vida, meu trabalho. A CBV está tirando de mim tudo o que eu tenho, que é o amor pelo voleibol e a profissão que venho exercendo todos esses anos.”
Perguntas Frequentes
CBV qualificou a atuação no vôlei transgênero?
A Confederação Brasileira de Voleibol decidiu por uma regra que exige teste genético para garantir a elegibilidade das jogadoras, afetando diretamente atletas como Tifanny Abreu.
Qual é o impacto da CBV sobre a vida das mulheres trans?
A nova regra promete alterar drasticamente as carreiras das mulheres trans que competem no vôlei profissional, como pode se notar pela declaração de Tifanny, que enfrenta dificuldades após ter sua situação legalizada.
