SANTOS GARANTIU VAGA NA SUL-AMERICANA SEM BRILHO NO EQUIPÉ
A partida de volta da fase de grupos contra o Macará, no Equador, foi uma missão administrada pelo técnico Cuca. O Peixe apostou em defesas seguras e minimizou riscos na frente, garantindo a vaga nas quartas de final.
ALTITUDE COMPLEXA
Diante da pressão do adversário no gramado elevado, o Santos evitou saídas rápidas. O time preferiu bolas longas buscando principalmente Thaciano e Caballero. A estratégia permitiu criar poucas oportunidades ofensivas sem abrir espaço para perigos do Macará.
DEFESAS SEGURAS
O goleirão Gabriel Brazão foi decisivo, fazendo grandes defesas, como a que livrou o Peixe da pressão de Campana aos 11 minutos. A dupla Davizinho e Arão também se destacou na marcação, especialmente no recuado João Ananias.
MUDBRANDOS DE LÍDER
Dentro do campo, Davizinho sentiu os efeitos da altitude e saiu na primeira etapa. O zagueiro Willian Arão atuou como improvisado e seguiu firme no setor defensivo.
Perguntas Frequentes
Como foi o desempenho ofensivo do Santos?
O time de Cuca priorizou a segurança defensiva, minimizando riscos em busca do contra-ataque. Apesar da falta de chances criadas, a estratégia funcionou efetivamente.
Por que Cuca optou por este estilo de jogo?
Foi uma decisão estratégica para administrar o domínio de altitude do adversário e garantir a vaga nas quartas de final sem grandes riscos.
O Santos tem chances de classificação no Brasileirão?
A equipe enfrenta o Mirassol na próxima rodada, mas ainda busca se consolidar no campeonato local após desfalques marcantes. Ainda é cedo para definir com certeza.
