Nova política da CBV afeta vôlei feminino e Tifanny se pronuncia

Na manhã deste sábado (15), a oposta Tifanny Abreu, do Osasco, fez um pronunciamento histórico. Após a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) adotar uma nova política que banifica as mulheres trans no esporte, Tifanny se posicionou publicamente.

A medida adotada pelo COI passará a valer a partir do próximo ano, mas em competições atuais como o Campeonato Paulista, algumas dúvidas pairam sobre a situação de Tifanny. A Federação Paulista de Vôlei (FPV) anunciou que seguia as normas existentes nesta edição.

Direito das mulheres trans no vôlei

Com 10 anos de carreira, Tifanny defende que os direitos da comunidade trans sejam respeitados. 'O voleibol é minha vida, meu trabalho. A CBV está tirando de mim tudo o que eu tenho... Não vou me calar.', declarou a jogadora.

Consequências práticas

Vale notar que Tifanny está liberada para disputar o Paulista neste momento, mas a atleta garante que tomará todas as medidas possíveis 'para que minha luta pelo direito, visibilidade, inclusão e prática do esporte não tenham sido em vão'. A oposta também destacou sua trajetória pioneira no esporte.

FAQ

Como a nova política afeta Tifanny?

Nas próximas temporadas, a oposta enfrentará um teste genético que precisa ser negativo para participar das competições.

Há chances de mudanças nas regras atuais antes do próximo ano?

Até o momento, as novas diretrizes estão previstas para valer a partir da temporada 2026/27, mas acompanhamos as posse de Tifanny no #CBVEVOLVE.

Ioga trans poderão disputar competições femininas?

Atualmente, a lei ainda não afeta os atletas que já passaram pelo processo de transição de gênero, mas o assunto desperta discussões dentro do esporte.